segunda-feira, 18 de maio de 2015

Cientistas transformam célula cancerígena em um tipo de anticorpo, benigno para o organismo



















Cientistas de Stanford descobriram uma forma de formar células resultantes de leucemia a amadurecer em um tipo de célula imunológica, que ironicamente pode ajudar o corpo a combater o câncer. O estudo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, relata que a descoberta foi acidental: eles estavam tentando impedir que o cancer "morresse" em amostras usadas nos estudos.
A leucemia linfoide aguda (LLA), doença que estava sendo analisada, é um câncer de progressão rápida que ataca os linfócitos, as células brancas do sangue. É extremamente agressiva, com poucas chances de melhora.
Os cientistas de Stanford, para entender melhor esse câncer, analisavam células comprometidas e, para que a pesquisa seguisse, tentavam mantê-las vivas. Em umas dessas tentativas eles notaram que as células começaram a mudar de tamanho, adotando as características de um macrófago: uma célula branca responsável por processar corpos estranhos no sangue, ou células defeituosas.
Agora o objetivo é analisar se essa conversão é viável clinicamente, dentro do corpo de um paciente.
Vale lembrar que caso essa conversão realmente dê certo, as chances de curar um câncer são altas.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Nanobiostress promete exame de sangue sem agulha






Uma startup de saúde que tem chamado atenção recentemente é a Nanotimize, responsável pelo projeto Nanobiostress. Eles prometem um método inovador para realização de exame de sangue sem lixo, dor ou agulha.
Os empreendedores envolvidos no projeto têm mais de 15 anos de experiência industrial no desenvolvimento de projetos e produtos inovadores dentro do segmento farmacêutico.
“O Nanobiostress foi criado não somente para atender a uma demanda de mercado de análises clínicas de forma não-invasiva, rápida e segura, mas principalmente para oferecer aos profissionais da saúde uma ferramenta de acompanhamento dos pacientes, quer seja num atendimento emergencial, no monitoramento em um leito de um hospital ou para o acompanhamento do estado de saúde durante uma terapia fora do hospital”, disse José Antônio Martins,responsável pelo projeto. “Vemos o Nanobiostress sendo aplicado como uma ferramenta de acompanhamento do estado de “saúde” e não do estado de “doença” do brasileiro”.
Em 2015, eles esperam capitalizar o negócio, fechar o processo de regulamentação do produto e finalizar a campanha para lançamento no ano de 2016.