terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Outubro Rosa
O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que imboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e incentiva o autoexame e também a mamografia para ampliar as chances de diagnóstico precoce e aumentar as chances de cura, o exame é simples e salva vidas. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e/ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.
A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.
A primeira iniciativa vista no Brasil em relação ao Outubro Rosa, foi a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo-SP. Essa iniciativa foi de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa do câncer de mama, que com o apoio de uma conceituada empresa européia de cosméticos iluminaram de rosa o Obelisco do Ibirapuera em alusão ao Outubro Rosa.
O Brasil é mundialmente conhecido pelo seu maior símbolo, a estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro-RJ que ficou iluminado de rosa no Outubro Rosa.
Diversas entidades relacionadas ao câncer de mama iluminaram de rosa monumentos e prédios em suas respectivas cidades. Aos poucos o Brasil foi ficando iluminado em rosa em São Paulo-SP, Santos-SP, Rio de Janeiro-RJ, Porto Alegre-RS, Brasília-DF, Salvador-BA, Teresina-PI, Poços de Caldas-MG e outras cidades.
Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.
No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estádios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%.
Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente. Estatísticas indicam aumento de sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes.
Estimativa de novos casos: 52.680 (2012)
Número de mortes: 12.852, sendo 147 homens e 12.705 mulheres (2010)
FONTES: Outubro Rosa ; INCA
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Invista no próximo, DOE sangue!
Quer ajudar o próximo? Vem com a Teófilos!
Sábado (21/09), o hemocentro junto com a Teófilos espera você para a doação de sangue. A coleta acontecerá pela manhã, das 7:30 às 12:30.
Para facilitar, nos encontraremos em frente à Teófilos às 08:00 para levar todos que estão afim de colaborar e investir no próximo.
Segue abaixo alguns critérios que devem ser seguidos para a doação:
Documento oficial com foto;
Estar bem alimentado;
Ter descansado, no mínimo 6h, na noite anterior a doação;
Não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12h;
Não estar gestante;
Não estar amamentando;
Não estar com gripe, resfriado, sintomas de alergia;
Todo candidato passará pela avaliação clínica para verificar se está apto a doar sangue.
Lembre-se: A qualidade do sangue começa com a sinceridade de cada doador, no momento da entrevista com o médico ou médica.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
CURSO DE PRIMEIROS SOCORROS
É com grande satisfação que a Empresa Júnior Teófilos apresenta o 1º curso de Primeiros Socorros. As inscrições já finalizaram e cada inscrito recebeu um e-mail de confirmação. Não conseguiu sua vaga? Aguarde, pois este não será o último! Fiquem ligados na Teófilos, curtam nossa página: https://www.facebook.com/Ejrteofilos e acompanhem as novidades!
"Nossa competência, seu crescimento!"
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Vale (mesmo) a pena ser trainee?
Um programa de trainee no currículo - e a consequente possibilidade de ascensão profissional mais rápida - está na lista de metas de uma infinidade de jovens. Basta conferir a concorrência acirrada em muitos processos seletivos. Uma vaga chega a ser disputada por mais de mil candidatos, como é o caso do trainee da Unilever, o mais antigo do país.
Com tanta gente querendo participar, surge a dúvida: quais as características de quem conquista a tão cobiçada oportunidade? “Não existe um perfil único”, diz a gerente de talentos da Unilever, Joana Rudiger, que, neste ano, conduz o processo seletivo pela terceira vez.
“Queremos pessoas conectadas com nossos valores, que são respeito, responsabilidade, integridade e inovação, e também com o propósito de sustentabilidade”, explica Eduardo Reis, vice-presidente de recursos humanos da empresa.
“Não adianta encarnar um papel, o jovem deve ser verdadeiro e saber quais são os fatores que o motivam, é um trabalho de autoconhecimento”, diz Ticiana Tucci, consultora da Seja Trainee.
Pensando nisso, EXAME.com preparou, com a ajuda de especialistas e de jovens trainees, uma lista com as vantagens e também alguns pontos de atenção, ou possíveis obstáculos que devem ficar bem claros para os candidatos. Confira:
As Vantagens:
1 Oportunidade de conhecer todas as áreas do negócio
Via de regra, antes de ser alocado na área escolhida, o jovem passa por diferentes funções. “O programa me trouxe uma visão de negócio porque, ao longo do tempo, pude conhecer todas as áreas da empresa. O objetivo do programa é formar”, diz a ex-trainee Ana Galego, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Unilever.
“O job rotation permite essa visão ampla”, diz a consultora da Seja Trainee. Na Unilever, por exemplo, todos os aprovados passam obrigatoriamente por 3 meses na área de vendas e depois vão passando por outras áreas da empresa.
2 Carreira acelerada
O caminho até a cadeira de gestor é mais curto para quem se destaca no programa de trainee. “Na Unilever, metade dos executivos de primeiro nível da companhia são ex-trainees da companhia”, diz a gerente de talentos da empresa.
Ana e Luiza Curotto, que hoje é gerente de vendas da Unilever, são da turma de trainees de 2011. As duas já conquistaram um cargo de gestão. “Como os gestores sabem que você é trainee, eles dão um projeto mais desafiador”, conta Luiza.
Em relação à promoção, ela diz que todo o processo é muito transparente. “Não há um suspense no final, sempre temos reuniões de feedback”, diz Luiza.
3 Contato direto com a liderança da empresa
“O programa de trainee é uma vitrine”, diz Ticiana. O acesso aos executivos e a atenção recebida são vantagens para quem participa. “Quem contrata os trainees são os altos executivos das empresas, então eles têm contato direto com eles e prestam contas também a eles”, diz Ticiana.
“O trainee é acompanhado por um diretor da Unilever, que é designado como mentor e vai ser o gerente do programa daquele jovem”, diz Joana Rudiger.
4 Treinamento e desenvolvimento de carreira
Os treinamentos oferecidos aos trainees são outro ponto muito cobiçado pelos jovens. Muitos programas oferecem formações técnicas e também comportamentais para os participantes.
Etapas internacionais e a condução de projetos estratégicos frequentemente fazem parte da vida de um jovem trainee e contribuem para o seu desenvolvimento de carreira.
Pontos de atenção e possíveis obstáculos:
1 Processo seletivo exige muito do jovem
Etapa online, participação em fóruns virtuais de discussão, uma batelada de entrevistas e apresentações para os executivos da empresa.
Encarar um processo seletivo de trainee demanda fôlego. “A seleção oferece desafios, exige tempo e preparação de material”, diz Ticiana, da Seja Trainee.
A disposição para mudar de cidade, estado e até de país é requisito inicial de grande parte dos programas de trainee. “O jovem deve estar preparado para isso e entender qual é a expectativa em relação a ele porque pode incluir mudança de local e o trainee é apenas o começo”, diz Ticiana.
A questão é: em que medida você está disposto a enfrentar a disputa acirrada sabendo que corre o risco de passar por todo o processo (que chega a durar meses) e não ser aprovado?
2 Mobilidade é quase sempre requisito
Morar perto da família, continuar na sua cidade de origem é muito importante para a sua qualidade de vida? Pense nisso.
3 Cobrança por resultados é maior
Se por um lado a empresa investe no trainee, por outro o desempenho dele também é acompanhado de perto. Ou seja, é preciso entregar resultados, e logo. “O trainee é considerado um potencial e a empresa entende que ele vá trazer resultado mais rápido”, diz Ticiana.
E se empresa tem expectativa, o trainee também. “Tema cobrança interna, o trainee mesmo se cobra porque sabe que está liderando projetos ganhando atenção”, diz Ana.
“A diferença está na velocidade também, a empresa espera que você aprenda em 6 meses o que um funcionário que não é trainee levaria mais tempo”, concorda Luiza.
“É natural porque você aprende de foram acelerada, é uma troca”, diz Themisa Pimentel, que é trainee de marketing da Unilever.
4 Ansiedade e frustração podem atrapalhar
A ansiedade é vilã durante a seleção e também durante o programa de trainee. “O jovem precisa gerenciar a expectativa que ele tem e aprender a lidar com a ansiedade”, diz Ticiana.
Outro ponto de atenção que a especialista cita é em relação à frustração. “Alguns trainees ficam frustrados porque achavam que iam crescer muito rápido, que em um ou dois anos já seriam diretores”, conta Ticiana.
Fonte: Exame
domingo, 18 de agosto de 2013
O que você faz com os medicamentos vencidos?
HEY VOCÊ! É
VOCÊ MESMO: Você joga medicamentos no lixo? E na privada? Você acha isso certo?
Se sua resposta
foi “sim” ou “não sei”, saiba que o descarte de medicamentos não deve ser
realizado nestes locais. As substâncias presentes no lixo, descartado em
aterros, entram em contato com o lençol freático e consequentemente contamina a
água que bebemos. Da mesma forma, as substâncias presentes nos esgotos
contaminam os rios, lagos; lugares que recebem estes efluentes. Abaixo, uma
imagem mostra de maneira simples o ciclo da água na natureza, mostrando a
importância de manter o lençol freático livre de contaminação.
Imagine a
fauna e flora aquática que entra diretamente em contato com todas essas
substâncias. Por exemplo, o descarte de estrogênios que interfere diretamente
na cadeia reprodutiva dos peixes, causando feminização. Além disso, uma das
maiores preocupações é o descarte inadequado de antibióticos. Sabemos que as
bactérias estão presentes em todo o ambiente. Quando estas bactérias entram em
contato com um antibiótico, parte delas podem morrer. Mas existem algumas que
ao entrarem em contato, adquirem resistência. Essas bactérias resistentes se
multiplicarão, levando essa carga genética de resistência para toda sua
linhagem reprodutiva. Dessa forma, precisaremos de antibióticos cada vez mais
potentes, até o ponto em que mais nenhum será eficaz – ou seja, infecções que
não poderão ser tratadas. Este é também um dos principais problemas
relacionados ao uso indiscriminado de antibióticos – que levou a criação da RDC
44/2010 e RDC 20/2011.
Tais fatores
justificam a necessidade da criação de programas que busquem promover um
descarte adequado de medicamentos vencidos e inutilizados, a fim de evitar os
prejuízos. Pensando nisso, a Teófilos criou o ProREMED – Programa de
Recolhimento de Medicamentos (vencidos ou ou inutilizados) – com o objetivo de
evitar o descarte inadequado dos medicamentos de modo geral. Nosso principal
foco são os consultórios médicos, os quais possuem alta demanda de amostras
grátis que muitas vezes não possuem saída e acabam vencendo ou não sendo
inutilizados.
Para
realizar este trabalho, contamos com o apoio da SERQUIP que com o
acompanhamento de um profissional, inativa e incinera estas substâncias,
eliminando a possibilidade de contaminação do ambiente.
Quer saber mais? Leia este interessante artigo "
Quer saber mais? Leia este interessante artigo "
O descarte de medicamentos no Brasil: Um olhar socioeconômico e ambiental do lixo farmacêutico" http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9187
E aí, gostou? Conheça melhor nosso trabalho,
mande-nos um e-mail: proremed.teofilos@gmail.com
quarta-feira, 17 de julho de 2013
A hora e a vez do Empreendedorismo Universitário
Empreendedor, nas palavras de Louis-Jacques Fillion, professor da Escola de Negócios de Montreal, é uma pessoa que imagina, desenvolve e realiza visões. Essa designação para pessoas que decidem criar algo diferente e gerador de valor, dedicando tempo, esforço, paciência e dinheiro em prol de benefícios múltiplos se popularizou dentro do que viria a ser a Administração de Empresas, a tomada de decisão sobre recursos disponíveis, trabalhando com pessoas e através delas para atingir objetivos.
Entretanto, se pararmos para pensar, essa definição talvez tenha sido a mais difundida por ser muito abrangente, mais até do que a própria Administração. Afinal, o empreendedorismo cabe em qualquer lugar e circunstância. Ele não precisa visar necessariamente
ao lucro: e os chamados negócios sociais, que a mídia tem destacado atualmente, provam isso. Ele nasce dentro de um processo criativo, uma torrente de impulsos elétricos do cérebro transformadas em ideias, e externaliza-se na prática social, colocando essas ideias à prova da realidade.
O sentido de criatividade fortemente associado ao empreendedorismo remete à genialidade, como nas grandes invenções de cientistas notáveis, que revolucionaram a forma de enxergar o mundo. Ou engenheiros, que passaram a otimizar o trabalho humano nos mais variados ramos a partir da Revolução Industrial. A própria administração adquiriu corpo teórico a partir do trabalho de um engenheiro mecânico: Frederick Winslow Taylor, considerado o pai da Administração Científica.
Todavia, o empreendedorismo existe em várias escalas, e não está subscrito a realizações grandiosas. Ele está implícito em pequenas ações conscientes que, bem orientadas, podem provocar grandes repercussões. No campo dos negócios, por exemplo, é comum as pessoas evitarem a prática empreendedora por acreditarem ser uma coisa difícil demais. Isso ocorre porque geralmente elas foram educadas a moderar seus sonhos. Ou então sonham alto sem a disposição necessária para viabilizar esses sonhos.
Por muito tempo os brasileiros preferiram a segurança do profissionalismo liberal ou do funcionalismo público em detrimento da criação de um negócio próprio. Isso ainda é muito verificável nos dias de hoje, muito embora a situação tenha começado a ficar um pouco diferente graças a iniciativas como o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e outras instituições que surgiram para fomentar o empreendedorismo, fornecendo informações para ajudar as pessoas nessa tarefa que supunham difícil demais para elas.
Passou a ser comum ver o engenheiro aposentado que resolveu, com o dinheiro do FGTS, abrir um restaurante. Ou mesmo o executivo frustrado que largou o emprego para ter sua própria franquia. A principal vantagem disso é que as pessoas deixaram de ser acomodadas com respeito à satisfação de suas necessidades e desejos, passando a acreditar que a mudança de planos, tão frequente na condução de uma empresa, não é tão assustadora quanto parecia, e porventura mais estimulante do que os empregos tradicionais.
Essa fase de quebra de paradigmas ocorreu, entre muitas outras coisas, mais cedo nos Estados Unidos. Lá o empreendedorismo universitário, que hoje tem chamado muita atenção, já havia começado, ligeiramente, mas com grandes expoentes, na década de 80. E um dos locais-chave dessa transformação foi o Vale do Silício, na Califórnia. O filme Piratas do Vale do Silício conta a história do início da era dos computadores pessoais, protagonizada por Bill Gates, Steve Wosniak e Steve Jobs, entre outros.
Há muitos livros sobre isso, mas um livro recente que gostaria de destacar é A cabeça de Steve Jobs, do editor-chefe da revista eletrônica Wired, Leander Kahney. Steve Jobs, o criador da Apple, é apresentado como um gênio excêntrico e criativo, extremamente preocupado com a qualidade e a estética. Não é a toa que os produtos da Apple alcançaram tamanho prestígio.
O equivalente moderno para isso, também no Vale, é a criação do Facebook, encabeçada por Mark Zuckerberg e seus amigos, entre os quais o brasileiro Eduardo Saverin. A história é contada no livro Bilionários por acaso, que deu origem ao filme A rede social. Mark é apresentado como alguém que passou do isolacionismo nerd para nada mais nada menos o criador da maior rede digital de interação social de todos os tempos, se tornando o bilionário mais jovem dentre aqueles que partiram do zero. Em maio de 2012, o Facebook realizou seu IPO (abertura de capital), tornando-se a maior empresa de informática do mundo, à frente de empresas como Google e Microsoft.
Notadamente, ao longo desse processo as universidades passaram a reconhecer a importância do empreendedorismo para a formação profissional, afora as áreas em que, naturalmente, ele já era estudado (Administração, Economia, Contabilidade...). O Massachusetts Institute of Technology (MIT), por exemplo, criou o GEL, ou Gordon Engineering Leadership, um programa de liderança e inovação para estudantes de engenharia. Se a engenharia é a principal responsável pela inovação tecnológica do mundo de hoje, é imprescindível que o aprendizado sobre o empreender esteja vinculado à capacitação científica e técnica.
Ironicamente, uma matéria da administração formal, que surgiu com o engenheiro Taylor, retorna, de certa forma, para a engenharia. Tudo isso leva a crer que o empreendedorismo é, na verdade, uma área transdisciplinar que coaliza diferentes saberes para a proposição de melhorias em produtos e processos, e retocar toda a caricatura que, continuamente, esboçamos do mundo.
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